Estar ao lado de iniciativas que transformam realidades faz parte do que acreditamos no Instituto Mandarina. Por isso, tivemos a alegria de participar de mais uma edição do Jantar do Bem, evento realizado em apoio ao Hospital Martagão Gesteira.

Com o tema Tramas da Bahia, o jantar reuniu parceiros, apoiadores e pessoas comprometidas com a solidariedade em um ambiente que valorizou a riqueza do trabalho artesanal, algo totalmente relacionado à identidade do Mandarina. Logo na entrada, vasos de cerâmica de diferentes formatos e tamanhos davam as boas-vindas aos convidados. No salão, uma grande instalação artística feita com esteiras de palha formava uma árvore repleta de elementos da cultura popular, como cestos, carrancas, cabaças, araras e peças em cerâmica.

Instalação artística no Jantar do Bem 2026, com o tema Tramas da Bahia.

Além de dialogar com a nossa forma de expressão, esse encontro teve um significado ainda mais especial para nós. Em janeiro deste ano, o Instituto Mandarina recebeu, mais uma vez, o reconhecimento do Martagão Gesteira pelo apoio à instituição. Um gesto que reforça a importância de parcerias construídas com propósito, compromisso e confiança. E, claro, não poderíamos deixar de estar presentes em uma noite tão simbólica.

O evento foi marcado por momentos de celebração, emoção e generosidade. Um dos destaques foi o Leilão do Bem, que arrecadou recursos para o hospital por meio da venda de três obras de arte. Entre elas, uma criação exclusiva do artista Bernardo Tochilovsky para o Jantar do Bem. A obra Girafa, além de ser leiloada, estampou os pratos entregues aos convidados como lembrança ao final da noite.

A obra Girafa, do artista Bernardo Tochilovsky, estampou pratos entregues aos convidados como lembrança da noite.

E, por falar em pratos, os participantes desfrutaram de um menu criado especialmente para a ocasião pelas chefs Angeluci Figueiredo, Tereza Paim, Andréa Ribeiro e Mell Cady. Em uma construção a oito mãos, o cardápio valorizou a diversidade da gastronomia baiana.

Enquanto o jantar era servido, os convidados também se emocionavam com as apresentações das Ganhadeiras de Itapuã, do Coral Vozes da Vida, formado por ex-pacientes oncológicos do hospital, e, por fim, com um belo show acústico de Jorge Vercillo, que destacou a relevância do trabalho realizado pelo Martagão Gesteira.

Coral Vozes da Vida, formado por ex-pacientes oncológicos do Hospital Martagão Gesteira.

Show acústico de Jorge Vercillo.

O Jantar do Bem representa a força da união em torno de uma causa que impacta muitas vidas. É a demonstração de que, quando pessoas, empresas e instituições caminham juntas, é possível fortalecer redes de cuidado. Afinal, para o Martagão, cuidar vai muito além da medicina. É acolher, proteger e estar presente.

Para nós, também. Por isso, estivemos presentes nessa celebração e seguimos orgulhosos de apoiar o Martagão Gesteira, contribuindo para que seu trabalho continue levando saúde e esperança para mais crianças, adolescentes e famílias.

O Instituto Mandarina recebe, pelo terceiro ano consecutivo, o reconhecimento de sua trajetória: o Prêmio Empresas DuBem, agora na categoria ouro, concedido pelas Obras Sociais Irmã Dulce, em evento realizado ontem, dia 6, na Casa do Comércio, em Salvador.

A iniciativa da premiação reforça a importância do impacto contínuo do trabalho realizado pelo Mandarina, especialmente por meio do apoio ao “Adote Uma Turma” e da produção artesanal desenvolvida no CESA (Centro Educacional Santo Antônio). Projetos que contribuem diretamente para a educação das nossas crianças e para a autonomia financeira de suas famílias através do incentivo à geração de renda.

Mais do que um reconhecimento pontual, essa conquista reafirma o compromisso do Instituto Mandarina com a transformação social, a valorização da cultura e o desenvolvimento sustentável de comunidades. É também um reflexo da consistência de um trabalho que, ano após ano, amplia seu alcance e aprofunda seus vínculos com a causa, além de evidenciar a seriedade do trabalho realizado pelas Obras Sociais Irmã Dulce e por toda a sua equipe.

3% do seu IR pode ir para as Obras Sociais Irmã Dulce:

Os recursos arrecadados na campanha “O Leão é amigo de Irmã Dulce” serão destinados ao projeto de aquisição de equipamentos e mobiliários do Centro de Geriatria e Gerontologia das Obras Sociais Irmã Dulce. O centro atende mais de 3 mil pacientes mensais e abriga 54 moradores permanentes, que recebem assistência integral e totalmente gratuita.

Com o apoio nesta campanha, através da doação de 3% do Imposto de Renda da pessoa física, as Obras Sociais Irmã Dulce poderá qualificar ainda mais a infraestrutura e o cuidado oferecido a esses pacientes, garantindo mais conforto, saúde e qualidade de vida aos nossos idosos.

“Quando cada um faz um pouco, o pouco de muitos se soma” – Irmã Dulce

O Instituto Mandarina mergulhou em uma experiência sensorial e cultural no Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC): a exposição e feira Origem – Artesanato de Matriz Indígena, em parceria com o Artesanato da Bahia.

Mais do que uma mostra de objetos, o evento foi uma celebração aos saberes e fazeres dos povos originários de diversas regiões da Bahia. A abertura, marcada por ritos de dança e canto, reforçou o convite para o que encontraríamos nos pavilhões do museu.

Caminhar pela exposição foi um reconhecimento de parte essencial da identidade do nosso estado. Artesanatos em palha, cerâmicas, acessórios e esculturas não são apenas itens decorativos. São histórias contadas através de cada detalhe.

A exposição Origem destaca-se pela curadoria que une o artesanato e design, posicionando a produção indígena também como arte contemporânea. As peças apresentadas refletem a cosmologia de diferentes etnias, utilizando matérias-primas sustentáveis e técnicas milenares que dialogam diretamente com os conceitos de preservação e economia criativa que sempre citamos.

Encontros que educam:

Um dos pontos altos da nossa visita foi o encontro com Jacarandá, do povo Tupinambá de Olivença. Em uma conversa inspiradora, ele nos apresentou, com muita abertura e gentileza, o livro que lançou junto com a sua companheira, no qual reuniram narrativas de professores indígenas.

“Esse livro é a narrativa de professores indígenas. Eu e minha companheira fizemos esse livro, mas são todos professores indígenas, porque é educação indígena para não indígena. Pode preparar: gente Tupinambá raiz”, compartilhou Jacarandá.

Para encontrá-lo, siga o perfil @tupinambaraiz no Instagram.

Um projeto literário que traz a importância da educação como ferramenta de desconstrução de estereótipos, permitindo que a cultura originária seja vista a partir de suas próprias vozes.

Para o Instituto Mandarina, apoiar e valorizar a cultura indígena é mais do que um compromisso institucional. É um exercício de profundo respeito e admiração por nossa ancestralidade. Ao darmos visibilidade a iniciativas como a Feira Origem, reafirmamos que o reconhecimento das nossas raízes são os pilares para um futuro mais justo e consciente.