No início do século XX, pescadores realizavam ofertas ao mar como pedido de proteção para a pesca. Esses presentes eram lançados nas águas em reconhecimento à força do oceano e garantia de sustento. Com o tempo, essa prática passou a ser associada a Iemanjá e ao Dia de Nossa Senhora dos Navegantes, consolidando o sincretismo religioso e a cultura popular brasileira.

O dia 2 de fevereiro se tornou uma data que movimenta praias, mercados e rituais, unindo devoção, arte e economia local. Até algumas marcas nacionais desenvolvem produtos inspirados na celebração…

mas o nosso olhar está voltado mesmo para as marcas locais. Aquelas que nascem no território, respeitam a cultura e criam produtos especiais com cuidado e pertencimento.

@voceamara / @blackpim.original

@mirandaestudio

@anima.macrame / @lr.atelier

Porque valorizar esta data é reconhecer também quem transforma tradição em trabalho, renda e continuidade cultural.

Imagens: Reprodução.

O Instituto Mandarina nasceu na Bahia e parte desse estado territorial e de espírito para observar o mundo. Dessa vez fomos a Machu Picchu, no Peru, e, como linha condutora do nosso trabalho, mergulhamos no artesanato da região: guardiã da sabedoria ancestral.

Machu Picchu é um lindo cenário de ancestralidade…

Sua história, arquitetura, artesanato e cultura popular.

Uma iniciativa nos chamou atenção: a plataforma Ruraqmaki.pe reúne diversas lojas virtuais da região com o objetivo de aproximar os coletivos de artesãos tradicionais das possibilidades que a tecnologia oferece para a inclusão socioeconômica, de forma independente e autônoma.

De peças coloridas e populares a trabalhos mais sóbrios e sofisticados, surgem criações únicas e parte de uma cultura milenar. A maioria é feita com tecidos e bordados produzidos a partir da pelagem dos camelídeos andinos, incluindo as lhamas.

Assim como a Bahia, muitas cores, forte presença da cerâmica e uma cultura musical marcante.

Em 2026, troque o consumo de costume pelo consumo de impacto.

Seja no aniversário, no Natal, na Páscoa, no Dia das Mães, dos Pais, das Crianças, dos Namorados… Comprar de marcas sociais não é caridade. É uma decisão inteligente, que gera e distribui renda de forma mais justa, apoiando a diminuição da desigualdade social.

Antes de presentear, amplie a visão e pense primeiro em marcas que geram transformação. Não é difícil e o Instituto Mandarina vai ajudar você nesta meta ao longo do ano, começando agora mesmo, com 8 marcas que admiramos e garantimos: vale o seu investimento!