Com muita alegria celebramos a inauguração da Casa Confluir, um espaço cultural criado para receber atividades, impulsionar talentos e fortalecer a educação por meio da arte. Atualmente, o Instituto Confluir, com o apoio do Instituto Mandarina, atende mais de 100 crianças e adolescentes, em Curitiba, em situação de vulnerabilidade social com projetos de arte e educação em comunidades da capital.

A Casa Confluir surge para ampliar esse acesso e a visibilidade de artistas que enfrentam barreiras para encontrar oportunidades. Um ambiente de encontro, aprendizado e desenvolvimento humano que abre caminhos para crescer e prosperar.

Uma parceria de propósito
O nosso apoio ao Confluir reforça o compromisso com iniciativas que promovem desenvolvimento social, empreendedorismo impacto positivo nas comunidades.

Através desta parceria, o Mandarina apoia o programa de bolsas estudantis, auxílio alimentação e o Projeto Enraizar, com o objetivo de promover a segurança alimentar, inclusão social e fomentar a cultura. Acreditamos que a educação é uma das ferramentas mais poderosas para transformar realidades. Por meio da arte, novos olhares são despertados, potencialidades são desenvolvidas e futuros ganham novas possibilidades.

O Instituto Mandarina recebe, pelo terceiro ano consecutivo, o reconhecimento de sua trajetória: o Prêmio Empresas DuBem, agora na categoria ouro, concedido pelas Obras Sociais Irmã Dulce, em evento realizado ontem, dia 6, na Casa do Comércio, em Salvador.

A iniciativa da premiação reforça a importância do impacto contínuo do trabalho realizado pelo Mandarina, especialmente por meio do apoio ao “Adote Uma Turma” e da produção artesanal desenvolvida no CESA (Centro Educacional Santo Antônio). Projetos que contribuem diretamente para a educação das nossas crianças e para a autonomia financeira de suas famílias através do incentivo à geração de renda.

Mais do que um reconhecimento pontual, essa conquista reafirma o compromisso do Instituto Mandarina com a transformação social, a valorização da cultura e o desenvolvimento sustentável de comunidades. É também um reflexo da consistência de um trabalho que, ano após ano, amplia seu alcance e aprofunda seus vínculos com a causa, além de evidenciar a seriedade do trabalho realizado pelas Obras Sociais Irmã Dulce e por toda a sua equipe.

3% do seu IR pode ir para as Obras Sociais Irmã Dulce:

Os recursos arrecadados na campanha “O Leão é amigo de Irmã Dulce” serão destinados ao projeto de aquisição de equipamentos e mobiliários do Centro de Geriatria e Gerontologia das Obras Sociais Irmã Dulce. O centro atende mais de 3 mil pacientes mensais e abriga 54 moradores permanentes, que recebem assistência integral e totalmente gratuita.

Com o apoio nesta campanha, através da doação de 3% do Imposto de Renda da pessoa física, as Obras Sociais Irmã Dulce poderá qualificar ainda mais a infraestrutura e o cuidado oferecido a esses pacientes, garantindo mais conforto, saúde e qualidade de vida aos nossos idosos.

“Quando cada um faz um pouco, o pouco de muitos se soma” – Irmã Dulce

Poucos lugares expressam tão bem a alma de uma cidade quanto a Feira de São Joaquim. Localizada na Cidade Baixa, em Salvador, o comércio popular é um lugar de memória, cultura e identidade, onde tradições atravessam gerações e pulsam no cotidiano.

Caminhar pela feira é como entrar num outro universo. Os cheiros, as cores, os sons e os sotaques se misturam em uma experiência que vai além da compra e venda. Cada barraca conta uma história. E, entre frutas, ervas, temperos e objetos religiosos, o artesanato ocupa um lugar especial como expressão dessa herança cultural.

O artesanato da Feira de São Joaquim carrega a força das matrizes africanas e indígenas que formam a cultura baiana. Cestos de palha trançada, esculturas em madeira, cerâmicas, colares de contas e objetos ligados às religiões de matriz africana são alguns dos elementos que compõem esse cenário.

A feira também cumpre um papel essencial na economia local. Muitos artesãos e comerciantes dependem diretamente desse espaço para garantir sua renda, mantendo vivas técnicas tradicionais que poderiam se perder com o tempo. Ao valorizar o que é feito ali, fortalecemos toda uma cadeia de saberes e histórias.

Visitar a Feira de São Joaquim é um convite à observação profunda e à apreciação de uma cultura que se manifesta de forma visceral. Para o Instituto Mandarina, olhar para espaços como esse é reconhecer de pessoas que constroem diariamente narrativas de identidade através da preservação da sua identidade.

O passeio pela feira não termina quando se vai embora: permanece na memória, nos objetos levados e na consciência de que valorizar o fazer com as mãos é também preservar modos de vida.