No início do século XX, pescadores realizavam ofertas ao mar como pedido de proteção para a pesca. Esses presentes eram lançados nas águas em reconhecimento à força do oceano e garantia de sustento. Com o tempo, essa prática passou a ser associada a Iemanjá e ao Dia de Nossa Senhora dos Navegantes, consolidando o sincretismo religioso e a cultura popular brasileira.

O dia 2 de fevereiro se tornou uma data que movimenta praias, mercados e rituais, unindo devoção, arte e economia local. Até algumas marcas nacionais desenvolvem produtos inspirados na celebração…

mas o nosso olhar está voltado mesmo para as marcas locais. Aquelas que nascem no território, respeitam a cultura e criam produtos especiais com cuidado e pertencimento.

@voceamara / @blackpim.original

@mirandaestudio

@anima.macrame / @lr.atelier

Porque valorizar esta data é reconhecer também quem transforma tradição em trabalho, renda e continuidade cultural.

Imagens: Reprodução.

Em 2026, troque o consumo de costume pelo consumo de impacto.

Seja no aniversário, no Natal, na Páscoa, no Dia das Mães, dos Pais, das Crianças, dos Namorados… Comprar de marcas sociais não é caridade. É uma decisão inteligente, que gera e distribui renda de forma mais justa, apoiando a diminuição da desigualdade social.

Antes de presentear, amplie a visão e pense primeiro em marcas que geram transformação. Não é difícil e o Instituto Mandarina vai ajudar você nesta meta ao longo do ano, começando agora mesmo, com 8 marcas que admiramos e garantimos: vale o seu investimento!



José Adolfo Quisocala é o nome do garoto peruano que, aos 7 anos, teve uma ideia que mudaria a vida de milhares de crianças. Inspirado pelo exemplo de poupança em sua família, ele criou o Banco Del Estudiante Bartselana, pensado para as crianças, que passariam a poupar através da reciclagem.

Observando o lico acumulado nas ruas de sua cidade, José Adolfo encontrou uma solução criativa: transformar materiais recicláveis em uma forma de gerar renda. Assim, cada criança podia aprender sobre dinheiro enquanto cuidava do planeta.

No banco, os pequenos clientes definem metas de poupança e só podem sacar o dinheiro quando as atingirem. Para participar, precisam entregar uma quantidade mínima de recicláveis todos os meses, unindo disciplina, consciência ambiental e responsabilidade financeira.

A iniciativa promove educação financeira e ambiental de forma prática e acessível, reduzindo o lixo e despertando uma nova geração para o consumo consciente.

O projeto conquistou o reconhecimento internacional como exemplo de inovação social e inspiração para escolas e ONGs.

Gostou? Uma história que representa o motivo pelo qual o Instituto Mandarina investe no desenvolvimento de crianças e jovens, com foco na geração de renda e na construção de um futuro sustentável.

Onde há educação, nascem oportunidades, e com elas, a chance de realizar um futuro próspero.