José Adolfo Quisocala é o nome do garoto peruano que, aos 7 anos, teve uma ideia que mudaria a vida de milhares de crianças. Inspirado pelo exemplo de poupança em sua família, ele criou o Banco Del Estudiante Bartselana, pensado para as crianças, que passariam a poupar através da reciclagem.

Observando o lico acumulado nas ruas de sua cidade, José Adolfo encontrou uma solução criativa: transformar materiais recicláveis em uma forma de gerar renda. Assim, cada criança podia aprender sobre dinheiro enquanto cuidava do planeta.

No banco, os pequenos clientes definem metas de poupança e só podem sacar o dinheiro quando as atingirem. Para participar, precisam entregar uma quantidade mínima de recicláveis todos os meses, unindo disciplina, consciência ambiental e responsabilidade financeira.

A iniciativa promove educação financeira e ambiental de forma prática e acessível, reduzindo o lixo e despertando uma nova geração para o consumo consciente.

O projeto conquistou o reconhecimento internacional como exemplo de inovação social e inspiração para escolas e ONGs.

Gostou? Uma história que representa o motivo pelo qual o Instituto Mandarina investe no desenvolvimento de crianças e jovens, com foco na geração de renda e na construção de um futuro sustentável.

Onde há educação, nascem oportunidades, e com elas, a chance de realizar um futuro próspero.

A MDC Energia é especializada na cadeia de produção, distribuição e comercialização de gás natural, biometano, a partir de aterros sanitários, e soluções de energia renovável, como a geração de vapor e eletricidade a partir de biomassa. A empresa mantém um forte compromisso com o meio ambiente e tornou-se parceira do Instituto Mandarina na realização de ações sociais.

Anualmente, a MDC publica seu Relatório de Sustentabilidade, reunindo informações de todas as áreas de atuação e disponibilizando-o ao público, reafirmando seu valor fundamental: a transparência. Como parceiros, o Instituto Mandarina foi mencionado no relatório e aproveitamos para compartilhar este material também com a nossa comunidade.

Para baixar o Relatório de Sustentabilidade da MDC Energia 2024, basta clicar na imagem abaixo:

Este é um conteúdo relevante para empresas e clientes que valorizam organizações comprometidas com o desenvolvimento social, o bem-estar de seus colaboradores, o cuidado com o meio ambiente e o fortalecimento da sociedade.

A soma dos olhares de mãe e filha levou a criação da marca baiana Atitocou, que utiliza sofisticados processos de transformação de matéria-primas em busca de uma linguagem autêntica dentro da joalheria contemporânea, sem deixar de carregar um valor ancestral tanto pelo material, quanto pelo saber manual e o design de adornos.

Carla de Carvalho é artista plástica, joalheira e mãe. Maíra Rodrigues é designer de joias e filha, a qual cresceu sob forte influência artística que presenciou de berço.


Foi em 2013, elas criaram a marca e, juntas, foram conquistando espaços, exposições e o 8 Prêmio do Objeto Brasileiro com o “Colar Herança“, nome que fiz muito sobre a parceria entre elas.

A principal matéria prima utilizada na criação das joias Atitocou é o coco da palmeira de piaçava, a própria piaçava, que sempre foi utilizada pelos povos indígenas para trançados de uso geral, além de materiais de cobre e prata reciclados, latão e papeis coloridos, sempre em busca de criar joias sustentáveis e originais.