Divulgamos em nosso Instagram, o  encontro “Mulheres: sonhos possíveis, sonhos futuros” que foi realizado em São Paulo pelo Instituto Foz com a parceria com o Instituto Mandarina. Um evento aberto ao público, gratuito, que reuniu mulheres influentes para  compartilhar reflexões e experiências inspiradoras, entre elas, esteve Marina Silva, somando sua voz às discussões sobre transformação social e futuros possíveis para mais mulheres.

Envolvidos pelo tema do encontro, nos inspiramos a compartilhar 3 projetos sociais que contribuem para a autonomia financeira de mulheres. O terceiro deles contou com o nosso apoio e temos o maior orgulho de fazer parte dessa trajetória.

Nós no Crochêwww.nosdocroche.com.br
Criado em 2019, atua com mulheres da Rocinha (RJ), promovendo capacitação profissional por meio do crochê, gerando oportunidades de renda. A comercialização das peças confeccionadas pelas artesãs contribui para a autonomia financeira delas, inclusão social e valorização do trabalho manual, construindo uma rede de apoio que amplia perspectivas.

Rede Astawww.redeasta.com.br
Fundada em 2005, atua em todo Brasil fortalecendo o empreendedorismo feminino por meio de formações, valorização da produção artesanal, acesso a mercados e redes de apoio. Um ecossistema que contribui para
a autonomia financeira e desenvolvimento das economias locais. Ao longo de sua trajetória,
a Rede Asta já impactou mais de 30 mil pessoas, ajudando na redução das desigualdades sociais.

Mão na Massawww.projetomaonamassa.org.br
A iniciativa surgiu em 2007, capacitando mulheres em situação de vulnerabilidade social para atuar na área da construção civil. Através da formação técnica, elas desenvolvem a autoestima e se veem de frente com novas oportunidades de trabalho. Já são mais de 1.600 mulheres formadas pelo projeto, que o Instituto Mandarina teve a alegria de apoiar, reforçando seu compromisso com ações de inclusão e impacto social positivo.

No início do século XX, pescadores realizavam ofertas ao mar como pedido de proteção para a pesca. Esses presentes eram lançados nas águas em reconhecimento à força do oceano e garantia de sustento. Com o tempo, essa prática passou a ser associada a Iemanjá e ao Dia de Nossa Senhora dos Navegantes, consolidando o sincretismo religioso e a cultura popular brasileira.

O dia 2 de fevereiro se tornou uma data que movimenta praias, mercados e rituais, unindo devoção, arte e economia local. Até algumas marcas nacionais desenvolvem produtos inspirados na celebração…

mas o nosso olhar está voltado mesmo para as marcas locais. Aquelas que nascem no território, respeitam a cultura e criam produtos especiais com cuidado e pertencimento.

@voceamara / @blackpim.original

@mirandaestudio

@anima.macrame / @lr.atelier

Porque valorizar esta data é reconhecer também quem transforma tradição em trabalho, renda e continuidade cultural.

Imagens: Reprodução.

Em 2026, troque o consumo de costume pelo consumo de impacto.

Seja no aniversário, no Natal, na Páscoa, no Dia das Mães, dos Pais, das Crianças, dos Namorados… Comprar de marcas sociais não é caridade. É uma decisão inteligente, que gera e distribui renda de forma mais justa, apoiando a diminuição da desigualdade social.

Antes de presentear, amplie a visão e pense primeiro em marcas que geram transformação. Não é difícil e o Instituto Mandarina vai ajudar você nesta meta ao longo do ano, começando agora mesmo, com 8 marcas que admiramos e garantimos: vale o seu investimento!