Você sabia que a Onçafari tem uma loja on-line e que seus produtos são sociais? O que significa que cada item está na vitrine com o intuito de financiar ações de conservação da biodiversidade brasileira. 100% do valor das vendas é revertido para os projetos da Associação Onçafari e o Mandarina faz questão de ser cliente e apoiador de uma loja que ajuda a conservar a biodiversidade unindo responsabilidade social e criatividade.

Fizemos uma curadoria para compartilhar os produtos que são a nossa cara:

1. Kit amigurumis feitos de crochê | R$279
2. Cerâmica Terena com vela aromática | R$109
3. Caderno moleskine (14×21 / 80 folhas) | R$99
4. Pin onça-pintada (broche) | R$49
4. Camiseta Onçafari | R$69

A arte sempre a favor da vida!
Muitos itens da loja nascem de colaborações com artistas, como as onças literalmente pintadas, por mentes criativas que as transformaram em peças únicas. Veja algumas das obras que foram resultado de uma parceria incrível: Onçafari + Jaguar Parade.

A Jaguar Parade® é um movimento artístico com um propósito de preservar o equilíbrio dos ecossistemas. Por meio de exposições culturais a céu aberto, a Jaguar Parade desperta curiosidade e promove reflexão sobre a conservação.

Ao final, as obras são leiloadas e o valor destinado a projetos de preservação da onça-pintada e da biodiversidade que ela representa e agora os apreciadores podem levar miniaturas para casa também através da loja da Onçafari, fortalecendo o impacto ambiental.

Mas para onde vai o dinheiro das vendas?

1. Monitoramento e proteção dos animais silvestres;
2. Conservação e recuperação de áreas naturais;
3. Educação ambiental;
4. Fortalecimento das comunidades locais;
5. Pesquisas e projetos de conservação.

Toda compra conta uma história. Qual história você quer financiar?

Transformamos objetos em uma fonte de financiamento para causas que dificilmente se sustentariam apenas por doações. O Mandarina sabe que consumir faz parte da vida, e sabe também que o consumo pode ser ainda melhor e gerar impacto positivo. A loja da Onçafari é uma prova disso. Acesse: www.oncafari.me

A primeira edição da Bienal de Arquitetura Brasileira foi realizada no Parque Ibirapuera, no Pavilhão das Culturas Brasileiras. Uma exposição imersiva, educativa, sensorial e surpreendente.

Enquanto muitos eventos têm falado sobre o futuro, a Bienal escolheu olhar para as origens, transbordando, em cada ambiente, a cultura artesanal de diferentes regiões do país. O conceito central foi o Brasil como território, organizando os ambientes a partir dos biomas brasileiros, num retrato vivo da diversidade do nosso país.

Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampas e Pantanal. Cada espaço apresentava projetos de arquitetos de diferentes estados, conectando clima, cultura local, materiais regionais e modos de morar. Mais do que estética, a mostra revelava como a arquitetura brasileira nasce da relação entre pessoas, regiões, memória e saberes transmitidos ao longo das gerações.

Tecidos naturais, barro, madeira, palha, tramas, pigmentos naturais e técnicas ancestrais apareciam não como detalhes decorativos, mas como protagonistas. Em vez de esconder as marcas do fazer manual, a Bienal celebrava as suas características, texturas e singularidades que tornam cada peça única.

Quartos:

 

Os ambientes inspiravam e convidavam à reflexão: como podemos trazer essas referências para os nossos próprios espaços de maneira mais consciente? Como construir casas, relações e cidades que respeitem as origens, os territórios e as pessoas que produzem cultura com as próprias mãos?

Salas:

 

Essa visão conversa diretamente com o trabalho que realizamos no Instituto Mandarina. Assim como a Bienal evidenciou a potência dos saberes artesanais brasileiros, o Mandarina acredita no fazer manual como ferramenta de transformação social, autonomia e preservação cultural. Cada peça produzida, cada oficina realizada e cada história compartilhada carrega história e identidade.

Em um tempo marcado pela produção acelerada e pela padronização, valorizar o artesanal também é um ato de transformação. É reconhecer que o cuidado está nos processos, nas pessoas e nas narrativas que existem por trás das criações.

Cozinhas e banheiros:

 

A Bienal nos lembrou que inovação não significa ruptura com o passado. Muitas vezes, o futuro mais sustentável e humano nasce justamente da capacidade de olhar para trás e fortalecer os saberes que já existem. E talvez seja esse um dos maiores ensinamentos deixados pela experiência: quando cultura, arquitetura, arte e artesanato se encontram, os espaços passam a contar sobre quem somos.

O Instituto Mandarina nasceu na Bahia e parte desse estado territorial e de espírito para observar o mundo. Dessa vez fomos a Machu Picchu, no Peru, e, como linha condutora do nosso trabalho, mergulhamos no artesanato da região: guardiã da sabedoria ancestral.

Machu Picchu é um lindo cenário de ancestralidade…

Sua história, arquitetura, artesanato e cultura popular.

Uma iniciativa nos chamou atenção: a plataforma Ruraqmaki.pe reúne diversas lojas virtuais da região com o objetivo de aproximar os coletivos de artesãos tradicionais das possibilidades que a tecnologia oferece para a inclusão socioeconômica, de forma independente e autônoma.

De peças coloridas e populares a trabalhos mais sóbrios e sofisticados, surgem criações únicas e parte de uma cultura milenar. A maioria é feita com tecidos e bordados produzidos a partir da pelagem dos camelídeos andinos, incluindo as lhamas.

Assim como a Bahia, muitas cores, forte presença da cerâmica e uma cultura musical marcante.