O Dia das Crianças surgiu no Brasil em 1924 e não foi como uma data comercial, mas com o propósito de chamar a atenção à proteção infantil. Mais de um século depois, a data convida a refletir que toda criança merece crescer com cuidado, segurança, afeto e oportunidades. Afinal, são as experiências dessa fase que ajudam a construir as bases para um futuro mais digno.

E se um docinho pudesse despertar essas e outras lembranças?

No Dia das Crianças, o Instituto Mandarina e a MDC Energia celebraram a data com um presente afetivo: muitos brigadeiros de capim-santo, distribuídos nos escritórios de Salvador e no Rio de Janeiro. Um sabor especial com um toque da Bahia, para apoiar o comércio local e resgatar a doçura das pequenas alegrias da infância.

Um doce que carrega raízes e oportunidades!

Os brigadeiros foram preparados pela Tem em Dendê Gourmet, um pequeno negócio baiano que transforma ingredientes e sabores da nossa terra em experiências especiais. Além de presentear, nossa escolha valoriza o empreendedorismo e gera renda, criando um impacto positivo para todos.

Um simples brigadeiro se tornou um convite para revisitar a criança que fomos um dia, lembrar que o cuidado se revela também nos pequenos gestos e que nossas escolhas podem criar oportunidades para outras pessoas.

Celebrar a infância vai muito além de uma data. É um compromisso diário com a proteção e o futuro de cada criança.

O Instituto Mandarina recebe, pelo terceiro ano consecutivo, o reconhecimento de sua trajetória: o Prêmio Empresas DuBem, agora na categoria ouro, concedido pelas Obras Sociais Irmã Dulce, em evento realizado ontem, dia 6, na Casa do Comércio, em Salvador.

A iniciativa da premiação reforça a importância do impacto contínuo do trabalho realizado pelo Mandarina, especialmente por meio do apoio ao “Adote Uma Turma” e da produção artesanal desenvolvida no CESA (Centro Educacional Santo Antônio). Projetos que contribuem diretamente para a educação das nossas crianças e para a autonomia financeira de suas famílias através do incentivo à geração de renda.

Mais do que um reconhecimento pontual, essa conquista reafirma o compromisso do Instituto Mandarina com a transformação social, a valorização da cultura e o desenvolvimento sustentável de comunidades. É também um reflexo da consistência de um trabalho que, ano após ano, amplia seu alcance e aprofunda seus vínculos com a causa, além de evidenciar a seriedade do trabalho realizado pelas Obras Sociais Irmã Dulce e por toda a sua equipe.

3% do seu IR pode ir para as Obras Sociais Irmã Dulce:

Os recursos arrecadados na campanha “O Leão é amigo de Irmã Dulce” serão destinados ao projeto de aquisição de equipamentos e mobiliários do Centro de Geriatria e Gerontologia das Obras Sociais Irmã Dulce. O centro atende mais de 3 mil pacientes mensais e abriga 54 moradores permanentes, que recebem assistência integral e totalmente gratuita.

Com o apoio nesta campanha, através da doação de 3% do Imposto de Renda da pessoa física, as Obras Sociais Irmã Dulce poderá qualificar ainda mais a infraestrutura e o cuidado oferecido a esses pacientes, garantindo mais conforto, saúde e qualidade de vida aos nossos idosos.

“Quando cada um faz um pouco, o pouco de muitos se soma” – Irmã Dulce

Poucos lugares expressam tão bem a alma de uma cidade quanto a Feira de São Joaquim. Localizada na Cidade Baixa, em Salvador, o comércio popular é um lugar de memória, cultura e identidade, onde tradições atravessam gerações e pulsam no cotidiano.

Caminhar pela feira é como entrar num outro universo. Os cheiros, as cores, os sons e os sotaques se misturam em uma experiência que vai além da compra e venda. Cada barraca conta uma história. E, entre frutas, ervas, temperos e objetos religiosos, o artesanato ocupa um lugar especial como expressão dessa herança cultural.

O artesanato da Feira de São Joaquim carrega a força das matrizes africanas e indígenas que formam a cultura baiana. Cestos de palha trançada, esculturas em madeira, cerâmicas, colares de contas e objetos ligados às religiões de matriz africana são alguns dos elementos que compõem esse cenário.

A feira também cumpre um papel essencial na economia local. Muitos artesãos e comerciantes dependem diretamente desse espaço para garantir sua renda, mantendo vivas técnicas tradicionais que poderiam se perder com o tempo. Ao valorizar o que é feito ali, fortalecemos toda uma cadeia de saberes e histórias.

Visitar a Feira de São Joaquim é um convite à observação profunda e à apreciação de uma cultura que se manifesta de forma visceral. Para o Instituto Mandarina, olhar para espaços como esse é reconhecer de pessoas que constroem diariamente narrativas de identidade através da preservação da sua identidade.

O passeio pela feira não termina quando se vai embora: permanece na memória, nos objetos levados e na consciência de que valorizar o fazer com as mãos é também preservar modos de vida.