Você já ouviu falar sobre o Projeto Mão na Massa?

O Dia Internacional da Mulher simboliza o movimento das mulheres em busca da equidade social. Para esta data, o Instituto Mandarina, junto à MDC Energia, selecionou o Projeto Mão na Massa para realizar um encontro na sede da empresa, com todo o time.

O projeto Mão na Massa nasceu em 2007 a partir do envolvimento da engenheira civil Deise Gravina em trabalhos sociais no Rocha, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Colocando a profissão a serviço de realizar, gratuitamente, reformas em ONGs, ela conheceu o Instituto Protetor dos Pobres e Crianças Abrigo Maria Imaculada (IPPCAMI), onde Deise chegou para ajudar em obras estruturais e acabou engajando projetos com o objetivo de apoiar mulheres de comunidades vizinhas.

Desde então, o Projeto Mão na Massa oferta qualificação profissional de forma gratuita para mulheres de 18 a 45 anos em situação de vulnerabilidade social, com foco em ampliar a presença feminina na construção civil, preparando-as para este setor majoritariamente masculino e desta forma ampliando a igualdade de oportunidades e renda.

Já são mais de 1.600 mulheres beneficiadas, em Maricá – RJ, Alagoinhas e na Bahia!

Durante o café da manhã, recebemos as representantes do projeto, Suzzany, Mariana e Elizena, para conhecermos mais sobre essa incrível iniciativa social, e como as suas vidas foram transformadas a partir dela. Assim como tivemos o privilégio de conhecer histórias inspiradoras de participantes do projeto, como de Maria Lúcia Neves, que contou como a qualificação profissional foi importante em sua trajetória.

“Não tinha uma ação como essa em nossa comunidade, o que me tirou totalmente da zona de conforto. Hoje, as pessoas ficam abismadas quando veem que temos capacidade de fazer acontecer Foi uma experiência muito boa.”, relatou Maria.

É um sentimento compartilhado por Alexandra Damasceno, que também completou a formação do Mão na Massa e compartilhou seu depoimento. “Nós vemos sim esse tabu. Na região onde moro, não tem mulheres fazendo esse trabalho. Mas o Mão na Massa quebrou isso. É muito bom ver uma obra e saber que aquele trabalho foi meu”, reforçou.

Ao final, o Instituto Mandarina realizou uma doação para o Projeto Mão na Massa, contribuindo para que mulheres continuem sendo beneficiadas, ocupem seus espaços e sigam construindo suas vidas sob pilares que valem a pena!

Clique aqui para conhecer mais sobre o Mão na Massa no site e redes sociais.

Não importa para onde o Instituto Mandarina vá, vamos sempre com um olhar disposto a encontrar elementos que nos recordam a Bahia, lugar de onde orgulhosamente viemos. Porque a Bahia é mais que uma região, é um estado de espírito. Alegre, criativo e generoso.

Adjetivos que se manifestam também na cultura e artesanato do México e nos convidou a registrar para trazer um conteúdo único que exalta as semelhanças e diferenças com o artesanato baiano, de uma forma bonita que amplia o olhar. 

Começando pelo Museu de Arte Popular, na Cidade do México, que coloca num lugar de prestígio, peças como as que são produzidas em diversas regiões da Bahia.

Um exemplo disso é a peça para servir sopa e conservar água, ambas de cerâmica, que foi apontado por Juci Reis, diretora da plataforma Flotar e consultora de cultura e artesanato no Brasil e no México.

Pessoas em cerâmica em cor natural com detalhes rebuscados em suas vestimentas, as redes de balanço, as cestarias, os pratos decorativos e o uso do couro. Elementos presentes na arte popular de ambas as culturas.

Expostos também em feiras populares, pelas ruas da cidade. Podemos citar a La Ciudadela, feira que fica na Cidade do México, e a feira de São Joaquim, próximo do terminal marítimo em Salvador, Bahia.

Feira de São Joaquim, em Salvador

 

Mercado La Ciudadela, no México

Lugares típicos para quem procura por artesanatos locais. Peças decorativas, utensílios e acessórios. Além de especiarias como a pimenta. Outro ponto em comum entre as regiões. Um ambiente que manifesta a riqueza da cultura local, explorando diversos sentidos.