A soma dos olhares de mãe e filha levou a criação da marca baiana Atitocou, que utiliza sofisticados processos de transformação de matéria-primas em busca de uma linguagem autêntica dentro da joalheria contemporânea, sem deixar de carregar um valor ancestral tanto pelo material, quanto pelo saber manual e o design de adornos.

Carla de Carvalho é artista plástica, joalheira e mãe. Maíra Rodrigues é designer de joias e filha, a qual cresceu sob forte influência artística que presenciou de berço.


Foi em 2013, elas criaram a marca e, juntas, foram conquistando espaços, exposições e o 8 Prêmio do Objeto Brasileiro com o “Colar Herança“, nome que fiz muito sobre a parceria entre elas.

A principal matéria prima utilizada na criação das joias Atitocou é o coco da palmeira de piaçava, a própria piaçava, que sempre foi utilizada pelos povos indígenas para trançados de uso geral, além de materiais de cobre e prata reciclados, latão e papeis coloridos, sempre em busca de criar joias sustentáveis e originais.

Somos ponte entre projetos conscientes e empresas, além de realizadores de ações sociais. Caminhando por essas duas vertentes, nesta Páscoa, conectamos o Projeto Casa Familiar Rural com a MDC Energia e fomos até Ouriçangas (BA) para levar ovos de chocolate e itens de necessidade básica para as crianças da Escola Caminho do Futuro. Duas ações distintas, planejadas para apoiar jovens e crianças, cada um em seu contexto.

A Casa Familiar Rural é um projeto voltado para a agricultura familiar e a transformação de jovens em empresários e líderes em suas comunidades, apoiando a educação e a geração de renda. Atualmente, o projeto está presente em quatro regiões da Bahia e aproveita o potencial de produção de cada uma delas, como o cultivo de cacau em Igrapiúna.

A formação dos jovens acontece através da produção de chocolate Sonhos da Terra. Conectados com esse propósito, contribuímos para que os produtos da marca fossem escolhidos para presentear os colaboradores da MDC Energia nesta data.

Foram mais de 40 jovens beneficiados que, como forma de agradecimento, escreveram cartões carinhosos para irem junto com cada chocolate, desejando uma Feliz Páscoa para os presenteados. Um gesto que revela a delicadeza de um produto artesanal e importância de consumirmos com mais consciência.

Enquanto isso, a nossa fundadora, Neila Larangeira, foi pessoalmente até a Escola Caminho do Futuro entregar os ovos de chocolate, frutas, pães, cerais e outros itens para o lanche das crianças. Acompanhada de colaboradores da MDC Energia e super voluntários, conversou com os alunos, professores e equipe em busca de melhorias estruturais do projeto.

Carlos Genere e Joeliton Ferreira (CDGN BA), Neila Larangeira (Instituto Mandarina), Maria Eduarda e Débora Rezende (MDC)

Um dia delicioso que segue para além dos chocolates!

 

 

Você já ouviu falar sobre o Projeto Mão na Massa?

O Dia Internacional da Mulher simboliza o movimento das mulheres em busca da equidade social. Para esta data, o Instituto Mandarina, junto à MDC Energia, selecionou o Projeto Mão na Massa para realizar um encontro na sede da empresa, com todo o time.

O projeto Mão na Massa nasceu em 2007 a partir do envolvimento da engenheira civil Deise Gravina em trabalhos sociais no Rocha, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Colocando a profissão a serviço de realizar, gratuitamente, reformas em ONGs, ela conheceu o Instituto Protetor dos Pobres e Crianças Abrigo Maria Imaculada (IPPCAMI), onde Deise chegou para ajudar em obras estruturais e acabou engajando projetos com o objetivo de apoiar mulheres de comunidades vizinhas.

Desde então, o Projeto Mão na Massa oferta qualificação profissional de forma gratuita para mulheres de 18 a 45 anos em situação de vulnerabilidade social, com foco em ampliar a presença feminina na construção civil, preparando-as para este setor majoritariamente masculino e desta forma ampliando a igualdade de oportunidades e renda.

Já são mais de 1.600 mulheres beneficiadas, em Maricá – RJ, Alagoinhas e na Bahia!

Durante o café da manhã, recebemos as representantes do projeto, Suzzany, Mariana e Elizena, para conhecermos mais sobre essa incrível iniciativa social, e como as suas vidas foram transformadas a partir dela. Assim como tivemos o privilégio de conhecer histórias inspiradoras de participantes do projeto, como de Maria Lúcia Neves, que contou como a qualificação profissional foi importante em sua trajetória.

“Não tinha uma ação como essa em nossa comunidade, o que me tirou totalmente da zona de conforto. Hoje, as pessoas ficam abismadas quando veem que temos capacidade de fazer acontecer Foi uma experiência muito boa.”, relatou Maria.

É um sentimento compartilhado por Alexandra Damasceno, que também completou a formação do Mão na Massa e compartilhou seu depoimento. “Nós vemos sim esse tabu. Na região onde moro, não tem mulheres fazendo esse trabalho. Mas o Mão na Massa quebrou isso. É muito bom ver uma obra e saber que aquele trabalho foi meu”, reforçou.

Ao final, o Instituto Mandarina realizou uma doação para o Projeto Mão na Massa, contribuindo para que mulheres continuem sendo beneficiadas, ocupem seus espaços e sigam construindo suas vidas sob pilares que valem a pena!

Clique aqui para conhecer mais sobre o Mão na Massa no site e redes sociais.