Nascido em Salvador, em 1948, o artista plástico, cenógrafo e designer J. Cunha, ainda na infância, viu as fronteiras entre o candomblé e o catolicismo se diluírem na prática das ações de fé. Contexto que gerou ideias e a criação de símbolos que transformaram a iconografia baiana em uma linguagem universal, unindo raízes africanas, indígenas e populares.

As estampa do Ilê Aiyê – Por 25 anos, J. Cunha foi o responsável por criar a identidade visual do “Mais Belo dos Belos”, o Ilê Aiyê. Suas estampas icônicas codificaram o orgulho negro em tecidos, transformando o vestir em um manifesto visual de resistência e beleza.

Encontramos um e-book gratuito que celebra a trajetória de J. Cunha e sua colaboração com a identidade visual do Carnaval de Salvador.

A obra foi desenvolvida em parceria entre a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e a Fundação Cultural Palmares, editada pela Edufrb e pelo Selo Editorial Anjo Negro.

Para baixar gratuitamente, basta clicar aqui.

Como artista multifacetado, J. Cunha moldou o imaginário brasileiro . Um exemplo vivo de como a cultura é motor de transformação e a estética autêntica nasce da conexão com as nossas raízes. Sua obra continua pulsando como um símbolo de pertencimento e soberania cultural. Valores que o Instituto Mandarina se identifica, apoia e admira esse movimento.

As aulas de música da nossa escola Novo Destino, no Ceará, é um dos projetos realizados pelo Instituto Mandarina que mais nos enche de orgulho e caminha para o 2º ano!

Já são 65 crianças, entre 8 e 10 anos, que, além de estudarem as disciplinas da grade curricular, vivem a música na prática com aulas regulares com o Professor da Academia Sinfônica do Pecém.

A música tem ocupado um espaço importante na vida de pais e alunos. E temos o privilégio de apoiar esse movimento desde os primeiros acordes e apresentações até o brilho no olhar, que só cresce junto com nossos pequenos músicos e a diversidade dos instrumentos.

Tudo isso graças a uma rede que acredita: Instituto Mandarina e grandes parceiros! MDC Energia, Sociedade Artística (Academia Sinfônica do Pecém), GNR Fortaleza e Marquise Ambiental.

Pessoas que ajudam a transformar talento em futuro com consistência.

A Páscoa uniu o bem ao agradável e também através do chocolate, deixou esperança…

Mais uma vez, a MDC Energia, com apoio Mandarina,entregou aos seus colaboradores uma lembrança com propósito social e selo 100% solidário!

Foram centenas de Colomba Pascal de chocolate do Centro de Panificação das Obras Sociais Irmã Dulce para presentear. A renda do produto é revertida para apoiar mais de 900 jovens em situação de vulnerabilidade social através do CESA (Centro Educacional Santo Antônio).

Garantindo o acesso à arte-educação, inclusão digital, atividades esportivas, assistência odontológica e alimentação durante todo o ano para crianças e adolescentes.

Porque a missão do Mandarina também é lembrar que a gente pode sempre consumir um Produto Social no lugar de um produto comum… Unindo o bem ao agradável.