José Adolfo Quisocala é o nome do garoto peruano que, aos 7 anos, teve uma ideia que mudaria a vida de milhares de crianças. Inspirado pelo exemplo de poupança em sua família, ele criou o Banco Del Estudiante Bartselana, pensado para as crianças, que passariam a poupar através da reciclagem.

Observando o lico acumulado nas ruas de sua cidade, José Adolfo encontrou uma solução criativa: transformar materiais recicláveis em uma forma de gerar renda. Assim, cada criança podia aprender sobre dinheiro enquanto cuidava do planeta.

No banco, os pequenos clientes definem metas de poupança e só podem sacar o dinheiro quando as atingirem. Para participar, precisam entregar uma quantidade mínima de recicláveis todos os meses, unindo disciplina, consciência ambiental e responsabilidade financeira.

A iniciativa promove educação financeira e ambiental de forma prática e acessível, reduzindo o lixo e despertando uma nova geração para o consumo consciente.

O projeto conquistou o reconhecimento internacional como exemplo de inovação social e inspiração para escolas e ONGs.

Gostou? Uma história que representa o motivo pelo qual o Instituto Mandarina investe no desenvolvimento de crianças e jovens, com foco na geração de renda e na construção de um futuro sustentável.

Onde há educação, nascem oportunidades, e com elas, a chance de realizar um futuro próspero.

Dia 21 de outubro, o Instituto Mandarina esteve presente no 3º Encontro de Parceiros do Coração para receber um prêmio de reconhecimento pelo nosso apoio ao Hospital Martagão Gesteira. Uma iniciativa que reuniu importantes organizações que colaboram com o hospital e têm feito a diferença na vida de muitas crianças.

O Martagão agradeceu ao Instituto Mandarina e a cada empresa doadora:

“Hoje, estamos aqui para expressar a nossa gratidão, em nome de todas as crianças e famílias, a essas organizações que, com seu apoio financeiro, são fundamentais para a manutenção e o avanço do nosso amado Martagão Gesteira.”

Passamos uma manhã inspiradora, que começou com a fala de Carlos Emanuel Melo, compartilhando como o Martagão começou — uma história que será contada em seu livro, a ser lançado em breve.

Além da palestra do mestre em Direito, Governança e Políticas Públicas Augusto Cruz, parceiro do Instituto Mandarina, que lançou seu livro com um produto social em nosso nome. Durante o evento, ele abordou a importância do ESG e reforçou o valor da cultura da doação:

“Essa cultura da doação é fundamental, pois estimula que outras empresas façam o mesmo e que mais instituições possam buscar apoio para suas ações. O Martagão é um grande case nacional, capaz de mobilizar tantas empresas”, afirmou.

Outro momento marcante foi a emocionante presença de Enzo e sua mãe — uma das famílias atendidas pelo Martagão. Enzo chegou ao hospital precisando de ajuda médica, foi acolhido, recebeu o tratamento adequado e hoje está curado. Um exemplo do trabalho transformador e cheio de amor que o Martagão realiza todos os dias.

Foi um prazer estar presente no 3º Encontro de Parceiros do Coração e receber tanto carinho!

A gratidão é mútua!

A nossa relação com o Martagão Gesteira atravessa o tempo, e é com muita alegria que seguimos apoiando o trabalho do hospital e o tratamento de tantas crianças — um apoio essencial para que inúmeras famílias sejam amparadas.

Parabéns a todas as empresas que também estão comprometidas com essa causa, contribuindo com recursos financeiros e com o coração. Porque, a união faz a força e de doação em doação, a gente faz o Martagão!

A filantropia corporativa vem ganhando novas formas de atuação, abrindo espaço para parcerias estratégicas baseadas no impacto compartilhado. No passado, a relação entre empresas e ONGs era, na maioria das vezes, assistencialista: doações pontuais, patrocínios e apoio emergencial.

Hoje, o cenário evoluiu para algo mais estratégico: as empresas buscam ir além das doações financeiras, passando a co-criar soluções sociais em conjunto com as ONGs. Esse movimento envolve não apenas recursos, mas também a troca de conhecimento essencial para a sustentabilidade das organizações — como expertise em gestão, tecnologia e inovação.

Educação e empregabilidade: Empresas de tecnologia criam programas de formação digital em parceria com ONGs locais, garantindo inserção de jovens no mercado.

Economia circular: marcas privadas e institutos sociais transformam resíduos em produtos, gerando renda para comunidades e reduzindo resíduos.

Saúde comunitária: Laboratórios e ONGs estruturam campanhas de prevenção em territórios vulneráveis, com impacto direto em indicadores de saúde pública.

Parcerias como essas vão além de “dar e receber”. São sobre co-construção, onde cada parte entra com o que tem de melhor. As ONGs com capilaridade, credibilidade local, contato direto com a comunidade. As empresas com tecnologia, gestão, investimento e capacidade de escala.Quando empresas se reconhecem como corresponsáveis pelo desenvolvimento social, os resultados se tornam exponenciais em conjunto com entidades que nasceram para gerar transformação, porque empresas e ONGs deixam de atuar em paralelo e passam a resolver problemas sociais de forma integrada.