A noite de ontem foi mais um marco e reconhecimento do trabalho que o Instituto Mandarina vem realizando continuamente. Recebemos, mais uma vez, o Prêmio Empresas DuBem das Obras Sociais Irmã Dulce, pelo apoio ao projeto “Adote Uma Turma” e incentivo ao trabalho de geração de renda através da produção de artesanatos do CESA (Centro Educacional Santo Antônio).

Débora Rezende e Eduarda de Figueiredo, colaboradoras da MDC Energia

Foram 84 entidades premiadas em cinco categorias. Importantes nomes que dividiram o palco em celebração aos feitos da Osid durante o ano de 2024 com o apoio desses parceiros. Premiação que, segundo a superintendente da OSID Maria Rita Pontes, é uma maneira de agradecer quem ajuda a manter vivo o legado de Santa Dulce. “Se não fossem as doações, ficaria impraticável continuar os investimentos necessários”.

Dessa vez, o prêmio foi entregue nas mãos das representantes Débora Rezende e Eduarda de Figueiredo, colaboradoras da MDC Energia, empresa que possui forte parceria com o Mandarina.

É claro que não poderíamos deixar de falar da caixinha que foi entregue junto com o prêmio e despertou curiosidade! É com alegria que revelamos: nela estava uma vela artesanal, um dos produtos sociais gerados através das oficinas de artesanato do Centro Educacional Santo Antônio (CESA) que apoiamos e vem se desenvolvendo a cada dia.

Prova disso são as peças expostas e disponíveis para venda durante a noite da premiação, junto com os seus artesãos



O Instituto Mandarina agradece aos profissionais e voluntários que dedicam suas vidas para perpetuar um legado de amor. Somos imensamente gratos por poder apoiar um trabalho social tão grandioso quanto o das Obras Sociais Irmã Dulce e fazer parte dessa história.

Quando pensamos em empreendedorismo e em como podemos contribuir para que mais pessoas possam gerar renda com dignidade e autonomia, ampliamos o nosso olhar para o desenvolvimento das crianças e jovens, indo desde a educação curricular até o seu envolvimento com a arte.

Entendemos que toda forma de conhecimento que contribui para a autoestima, criatividade e disciplina, agrega valor ao futuro. Por isso apoiamos projetos diretamente conectados com a geração de renda, mas, também, projetos de música nas escolas.

Hoje, mais de 50 jovens apoiados pelo Instituto Mandarina tocam pelo menos um instrumento e formam grupos que se apresentam nas comunidades onde moram e em cidades próximas, tendo a oportunidade de viajar, experimentar uma atividade, desenvolver habilidades e ampliar seus horizontes.

Apresentação para o Dia das Mães em Caucaia – CE.

A soma dos olhares de mãe e filha levou a criação da marca baiana Atitocou, que utiliza sofisticados processos de transformação de matéria-primas em busca de uma linguagem autêntica dentro da joalheria contemporânea, sem deixar de carregar um valor ancestral tanto pelo material, quanto pelo saber manual e o design de adornos.

Carla de Carvalho é artista plástica, joalheira e mãe. Maíra Rodrigues é designer de joias e filha, a qual cresceu sob forte influência artística que presenciou de berço.


Foi em 2013, elas criaram a marca e, juntas, foram conquistando espaços, exposições e o 8 Prêmio do Objeto Brasileiro com o “Colar Herança“, nome que fiz muito sobre a parceria entre elas.

A principal matéria prima utilizada na criação das joias Atitocou é o coco da palmeira de piaçava, a própria piaçava, que sempre foi utilizada pelos povos indígenas para trançados de uso geral, além de materiais de cobre e prata reciclados, latão e papeis coloridos, sempre em busca de criar joias sustentáveis e originais.