A filantropia corporativa vem ganhando novas formas de atuação, abrindo espaço para parcerias estratégicas baseadas no impacto compartilhado. No passado, a relação entre empresas e ONGs era, na maioria das vezes, assistencialista: doações pontuais, patrocínios e apoio emergencial.

Hoje, o cenário evoluiu para algo mais estratégico: as empresas buscam ir além das doações financeiras, passando a co-criar soluções sociais em conjunto com as ONGs. Esse movimento envolve não apenas recursos, mas também a troca de conhecimento essencial para a sustentabilidade das organizações — como expertise em gestão, tecnologia e inovação.

Educação e empregabilidade: Empresas de tecnologia criam programas de formação digital em parceria com ONGs locais, garantindo inserção de jovens no mercado.

Economia circular: marcas privadas e institutos sociais transformam resíduos em produtos, gerando renda para comunidades e reduzindo resíduos.

Saúde comunitária: Laboratórios e ONGs estruturam campanhas de prevenção em territórios vulneráveis, com impacto direto em indicadores de saúde pública.

Parcerias como essas vão além de “dar e receber”. São sobre co-construção, onde cada parte entra com o que tem de melhor. As ONGs com capilaridade, credibilidade local, contato direto com a comunidade. As empresas com tecnologia, gestão, investimento e capacidade de escala.Quando empresas se reconhecem como corresponsáveis pelo desenvolvimento social, os resultados se tornam exponenciais em conjunto com entidades que nasceram para gerar transformação, porque empresas e ONGs deixam de atuar em paralelo e passam a resolver problemas sociais de forma integrada.

Uma notícia fez o nosso coração vibrar!

No Dia da Solidariedade da MDC Energia, construímos o mural “Sonhos para o Futuro” junto com os alunos do projeto social Escola Caminhos do Futuro, em Ouriçangas (BA). Cada jovem e criança fez na parede externa da escola um desenho que representasse o seu sonho de vida – e um deles já se tornou realidade!

O aluno Victor Lopes, de 15 anos, tinha o sonho de se tornar jogador de futebol e, recentemente, foi selecionado para integrar a categoria de base do Esporte Clube Bahia, um dos times mais tradicionais do Estado.

No contraturno escolar, Victor dividia o tempo entre a Escola Caminhos do Futuro e a Escolinha de Futebol Renovo, onde treinada com o sonho de tornar-se um jogador profissional. Agora, ele está dando novos passos à caminho do seu futuro e esse não é o fim da história… É só o começo de uma jornada promissora junto ao esporte dos seus sonhos!

Essa boa notícia nos mostra, mais uma vez, que o nosso compromisso com a educação, visando geração de renda, uma vida mais digna e de sucesso, vale todo o nosso apoio! Estamos na torcida por você, Victor!

Agosto Lilás é o mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. Falar sobre o tema é plantar sementes de transformação — quando informamos, fortalecemos redes de apoio e colaboramos com a geração de renda.

Você sabia que 1 em cada 4 mulheres no Brasil já sofreu algum tipo de violência doméstica?

Como podemos ajudar a reverter essa realidade?

Além de conversar sobre o tema, identificamos que investir em fatores que colaboram para a AUTONOMIA da mulher é investir na liberdade de escolha dela — e liberdade reduz a vulnerabilidade.

Segundo pesquisa do Instituto Rede Mulher Empreendedora, núcleo de apoio ao empreendedorismo feminino no Brasil, 48% das mulheres que sofreram algum tipo de violência doméstica, conseguiram sair dos relacionamentos abusivos, ao começar a empreender.

Também por esse motivo, o Instituto Mandarina apoia a geração de renda, especialmente de microempreendedores. Afinal, mulheres autônomas tem mais possibilidade para sair de situações de risco.

Autonomia financeira:
Quando a mulher tem renda própria, ela depende menos de terceiros. Isso diminui o medo de sair de relações abusivas por “não ter para onde ir” ou “como se manter”.

Autonomia social:
Ter rede de apoio (família, amigos, comunidade) evita o isolamento e a mulher tem mais acesso à ajuda, informações e proteção.

Autonomia de conhecimento:
Entender leis, recursos e serviços disponíveis (como o 180, delegacia da mulher, abrigos) dá à mulher poder real de ação, além de identificar tipos de violência menos visíveis.

Vamos ajudar regando essa semente?